Rafael Bernard Araújo

Desenvolvendo…

Archive for the ‘Cotidiano’


Dicas de inglês

Eu sempre fui um apaixonado por idiomas. O colégio onde estudei nos obrigava a estudar francês e inglês da 5ª série do Ensino Fundamental até o 1º ano do Ensino Médio. Depois, devíamos escolher uma das duas para estudar nos últimos dois anos. Além disso, tivemos aula de Grego (6ª série) e Latim (7ª série). Confesso que não me esforcei em francês por birra  pessoal com o idioma (já passou :-P), mas mesmo assim me surpreendo ao perceber que consigo entender alguma coisa ao ler e ouvir.

O inglês, não sei se pela influência e força da língua ou por outro motivo, sempre teve destaque em minha vida. Estudei em alguns cursos, me formei, falo, leio e escrevo bem, ainda que esteja praticando pouquíssimo. Porém, meu amor por idiomas, e pelo inglês, que é o assunto principal do texto, sempre me leva a procurar uma maneira de me manter em contato o máximo que eu puder.

Há um blog que não me dá outra alternativa a não ser classificá-lo como exepcional. É divertido, informativo, dinâmico, atual, inteligente… Claro que sou obrigado a direcionar os elogios ao dono do blog, que é a pessoa responsável por tudo o que o blog nos passa. Como esse blog mudou de endereço, achei que valia escrever sobre ele.

Amantes do inglês, não deixem de visitar. Amantes dos idiomas, não deixem de visitar: http://www.teclasap.com.br/blog.

Este blog nada mais é do que a evolução natural do Boletim Tecla SAP, um informativo semanal distribuído gratuitamente por e-mail de 1999 a 2005. Ele continha curiosidades, expressões idiomáticas, os erros mais comuns e como evitá-los, provérbios, etc. O serviço chegou a ter mais de 70 mil assinantes.

O objetivo sempre foi ajudar, de maneira descontraída, quem deseja aprimorar o conhecimento da língua inglesa. Embora escrito em grande parte na língua portuguesa, todas as informações são úteis também para quem domina o idioma. O enfoque é nas dificuldades encontradas por quem fala português. Indicado para alunos de todos os níveis, tradutores, intérpretes, profissionais em geral ou para quem simplesmente tem interesse no assunto. Os textos do blog são altamente instrutivos, descontraídos e o visual das mensagens é bem cuidado e de leitura leve.

Cf. Colaboradores

Abraços a todos

O Ulisses (já tem nome de dicionário)  é o criador do Boletim e do TeclaSap. Competentíssimo profissional e é só você conferir na entrevista que ele deu ao Jô.

Ah, agora estou estudando espanhol. Creio que tenho me saído bem. Estou gostando muitíssimo. Depois do espanhol desejo estudar alemão.

Tenho, também, um pequeno projeto pessoal no estudo do grego e hebraico, que estudo sozinho. Meu foco é o uso bíblico dessas línguas e estou criando um pequeno dicionário seguindo o Strong, mas voltado a internet.

Hasta la vista!

Para amar uma mulher

Recebi de um amigo que se lembrou de mim e minha esposa. Natural que eu dedique a ela, com quem sou um.

Para amar uma mulher é preciso saber escutar
cada sorriso.
Sejam abertos ou fechados,
ou apenas prenunciados.
Numa pluralidade, o valor singular.
Em seu disfarce ou sinceridade,
a forma da mulher se expressar:
Quando um “não” é dito como “sim” …

Para amar uma mulher é assim:
sinta cada fio
do seu cabelo.
Fronteira entre a força e a delicadeza
No toque macio,
enxergar a aspereza e as dores
que ela guarda dentro do peito
e querer saná-las de qualquer modo,
custe o que custar,
de qualquer jeito.

Para amar uma mulher
faça dela o primeiro plano, tua estrela.
Entre o universo de amigos,
aquele futebol, a televisão domingueira,
escolher ficar com ela, surpreende-la.
Até assumir um estilo romântico, Shakesperiano…
Sussurrar que a amará por duzentos anos,
a toda hora, a vida inteira.
Só um poeta e uma mulher sabem o poder das palavras….

Para amar uma mulher ainda que não a entendas,
aceita-a,
e a deita em teu colo no desespero
daquele choro sem motivo,
em exagero.
Elogia aquele batom que te convida,
daquele sem finalidades,
em despedida….
Perdoa suas fraquezas,
seu lado enciumado,
compreenda que neste campo mimado,
se a pisares, ela explodirá.

Para amar uma mulher, não é preciso esperar…
Ela já te espera, sabe que existes.

Para amar uma mulher
é necessário ser doce feito mel…
deixando-se deitar-se e lambuzar-se nele.

Para amar uma mulher,
basta fazer com que ela se sinta amada.

(Autor desconhecido)

“Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão os dois uma só carne; assim já não são mais dois, mas uma só carne.”

Marcos 10.7 e 8

Manifesto contra a CPMF

Caro companheiro,

A CPMF, quando surgiu em 1996, era apenas uma contribuiçao provisória criada para salvar a saúde pública, uma vez que o Sistema Único de Saúde estava em xeque, vivendo grandes tragédias.

Passados 11 anos de sua criaçao, corremos o risco de que se torne definitiva, contrariando o desejo da populaçao brasileira, que é ser desonerada, liberada deste ônus. Assim, manifestamo-nos contra a suposta necessidade de prorrogaçao, pelo Governo, da vigencia da CPMF.

Para que nosso apelo seja ouvido e atendido, solicitamos o seu apoio, que poderá ser expresso mediante adesao ao abaixo-assinado encontrado na seqüencia do texto explicativo, e que será encaminhado aos poderes públicos competentes.

Paulo Skaf
Presidente

Assine o manifesto contra a CMPF: http://apps.fiesp.com.br/pesquisas/cpmf/Cpmf.asp. Veja quem são os assinantes em http://apps.fiesp.com.br/pesquisas/cpmf/Participantes.asp.

Manifesto da Sociedade Brasileira contra a Manutenção da CPMF

A rigor, 1996 foi o primeiro ano de pleno funcionamento de uma nova moeda, o Real, implantada dois anos antes. O Plano Econômico do Governo Fernando Henrique, que havia banido a inércia inflacionária e estabilizado a moeda, alcançava 75% de aprovação nas pesquisas de opinião pública em todo o Brasil.

Sob a euforia da sociedade com um novo tempo de economia forte e sinais de retomada do crescimento, surgiu a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), para salvar a saúde pública, então passando por sucessivos escândalos.

O Sistema Único de Saúde (SUS) estava em xeque, vivendo grandes tragédias: mortes por contaminação em hemodiálise em Pernambuco; vacinas causando vítimas em São Paulo; idosos maltratados no Rio de Janeiro; bebês mortos em UTI’s no Ceará e no Espírito Santo. Algo precisava ser feito, e não havia recursos.

Mais uma vez, a solidariedade e a generosidade do povo brasileiro assimilaram a CPMF, um novo custo direto. A CPMF era apenas provisória. Mas, o tempo passou e lá se vão 11 anos desde a sua criação. No ano seguinte ao do surgimento da contribuição, a carga tributária brasileira foi quase de 27% do PIB. Já em 2006, havia crescido e atingido 33,7% do PIB. Ou seja, uma década depois do surgimento da CPMF estamos pagando cerca de mais sete pontos percentuais de impostos sobre o PIB. E não se recebe esse montante, nem de longe, em serviços do Governo.

O cidadão brasileiro — além de arcar com uma das maiores cargas tributárias do planeta —, ainda precisa pagar por segurança, saúde, escola e outros benefícios privados para sobreviver. O Governo não se preocupa em gerir responsavelmente a coisa pública, em cortar ou diminuir gastos que, como os impostos, continuam subindo a cada ano. A CPMF, que era provisória, continua sendo prorrogada, agora sem “justo” motivo. Estamos sob a ameaça de que se torne definitiva na contramão do que a sociedade pretende —, que é ser desonerada para diminuir o Custo Brasil, aumentar a competitividade, abaixar preços, gerar novos empregos.

Reduzir impostos é possível, como demonstra o estudo desenvolvido pela Fiesp anexo a este manifesto de inúmeras entidades da sociedade civil brasileira — uma forma de contribuir para a conscientização da importância dessa salutar medida. Sem sacrificar qualquer um dos projetos sociais do Governo, é possível cortar gastos públicos e eliminar a suposta necessidade de prorrogação da CPMF. Reduzindo a taxa de juros, por exemplo, teríamos outra medida do governo capaz de gerar substantiva economia aos cofres públicos, sem falar de maior crescimento no PIB.

Assim, todas as entidades abaixo que, unidas na sua grande representatividade, subscrevem este manifesto, exigem do Governo Federal o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) no seu prazo, bem como, a não prorrogação ou criação de um novo tributo que a substitua. Para o bem do Brasil.

São Paulo, 9 de maio de 2007.

Como é a minha área de trabalho

Seguindo o meu xará Cunha, continuei a brincadeira. Eu já havia feito algo semelhante com alguns amigos e irmãos via yahoogrupos. E como é muito divertido vamos continuar.

Gosto da área de trabalho bem limpa, com menos coisa possível. Trago aqui a do meu trabalho, aonde tenho, pela praticidade, alguns documentos nos quais estava trabalhando naquele momento e a da minha casa, que acompanha o modo como gosto de ter a área de trabalho. Sem delongas…

Trabalho:
area-trabalho

Casa:
area-casa

Blogueiro gosta mesmo é de reclamar

Quanta reclamação! Basta se descontentar com alguma coisa e lá está o texto publicado. É uma quantidade considerável a de textos reclamando de alguma coisa. E… estão certos!

Aonde mais podemos reclamar do ônibus cada vez menor e com assentos que já não cabem nossas pernas (querendo nos forçar a comprar nosso carro cada vez mais rápido)? Aonde podemos reclamar que em nossa rua não há um latão de lixo sequer e o mesmo fica todo espalhado na rua? Aonde podemos reclamar do atendimento de algum posto público? Não preciso me estender mais, senão já começo a reclamar também.

Não tínhamos voz. Só podíamos reclamar no almoço em família, com a vizinha do ônibus, no trabalho. Mas nossos amigo não podem fazer muito por nós. Não tínhamos nenhuma repercussão. Agora tudo mudou. Esse espaço é nosso. Aqui quem manda somos nós e aproveitamos nossa relevância e, finalmente, podemos fazer algum barulho. Podemos aproveitar que estamos aparecendo na primeira página do Google, que estamos sendo entrevistados, que estamos aparecendo na TV.

Tem sido muito bom poder ver nossa reclamação sem idealização política, apenas nossa vivência, nosso cotidiano, o que sofremos e o que pagamos. E ninguém pode calar a nossa voz.

Isso tudo pode ser usado para o desenvolvimento de nossa sociedade, com mais qualidade de vida, com mais respeito e com mais justiça. Seremos ouvidos? Espero muito que sim. Mas estou certo que é uma manifestação (consciente ou não) que pode fazer um mundo melhor.