Rafael Bernard Araujo

desenvolvendo…

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Tropeçando 20

5 fevereiro, 2010 (12:44) | Linux, PHP, Programação, Segurança, Windows | By: rafael

Activate Remote Desktop REMOTELY!!! | commandlinefu.com

Site lista fatos (sic) sobre Richard Stallman

“Depois dos fatos sobre Chuck Norris, sobre Zé Mayer e, mais recentemente, sobre Sonia Abrão, eu descobri acidentalmente um site que lista os Fatos sobre Richard Stallman. Segundo a página, a idéia surgiu depois de o bom doutor ter dito que ele usava o wget para navegar na Internet usando um daemon para enviar-lhe as páginas por e-mail.”

PHP é à quinta-feira – 50 dicas sobre desempenho e segurança | Peopleware

Howto access ext3 partition from Windows | Ubuntu Geek

This tutorial will allow you to access your ext3 partition under Windows, using Sun VirtualBox and Ubuntu.
The tutorial is pretty long due to the images, but they explain things easier sometimes (they are not just meaningless screenshots) (forgive me for your scroll button :P )

JetDL – Buscador de arquivos no rapidshare, megaupload e outros

Upload Pie – The Simple Image Sharing Tool

Compartilhamento de arquivos com data de vencimento

Turn an Email Address into a Social Profile. / Flowtown

Mantis Bug Tracker

Gerenciamento de erros

Google Docs e Sites deixarão de dar suporte ao IE6 – Google Discovery

TIOBE Software: Tiobe Index

Índice de relevância das linguagens na internet. As linguagens mais discutidas atualmente.

Recupere espaço em disco

3 fevereiro, 2010 (13:56) | Linux | By: rafael

Ocupar 100% de uma participação pode ter um efeito desagradável no seu sistema. Quando serviços e outros programas não podem escrever nos seus arquivos de log ou não podem salvar dados em /var, você pode estar com problemas. Estes programas não poderão salvar seus dados e tipicamente encerrarão (ou, em alguns casos extremos, quebrar dramaticamente!). Para evitar isto, os sistemas de arquivo ext2 e ext3 reservam 5% da sua capacidade somente para processos root. Esta é uma boa idéia, mas 5% é muito em discos grandes – por exemplo, são 25GB num disco de 500GB. Além disso, não há necessidade de reservar nenhum espaço em um sistema de arquivos que não são usados para arquivos root, como /home.

A boa notícia é que isso pode ser alterado. Tune2fs é utilizado para ajustar vários parâmetros de um sistema de arquivo ext2 (ou ext3). Pode ser usado para trocar a etiqueta de um volume ou o número de montagens entre execução forçada do fsck e a hospedagem de outro, e outras configurações esotéricas, mas as opções nas quais estamos interessados são -m e -r. O primeiro altera o percentual dos blocos do sistema de arquivos reservados para o superusuário, enquanto o segundo usa um número absoluto de bloco. Então:

tune2fs -m 2 /dev/sda1

reduz a área reservada para 2% do sistema de arquivos, o que pode ser mais apropriado se você tem um sistema de arquivos grande em / ou /var. Se você está usando um disco de 500GB ou maior, esta é a melhor opção.

Esta linha de código:

tune2fs -r 0 /dev/sda1

define que o sistema de arquivos não terá blocos reservados, uma boa configuração para /home que não precisa de área reservada para o superusuário.

Bloqueie os script kiddies

2 fevereiro, 2010 (14:38) | Linux, Segurança | By: rafael

Você já está cheio do seu log de sistema lhe entupir com relatórios de centenas (ou até milhares) de falhas de tentativas de autenticação SSH por script kiddies buscando entrar na sua máquia?

Eles não causam dano enquanto estiverem falhando mas ainda assim incomodam. Mas há algumas maneiras de evitá-las. A melhor – desde que você nunca precise de acesso SSH de fora da sua rede – é fechar a porta 22 do seu roteador, e ninguém poderá entrar. Outra opção é executar um programa como Fail2ban ou DenyHosts. Eles vigiam seu arquivo de log por falhas de tentativas de login repetidas pelo mesmo endereço IP e adiciona o IP nas regras do seu firewall para bloquear qualquer futuro contato do remetente por um tempo.

A terceira opção é ridiculamente fácil. Tentativas de quebra de SSH geralmente assume que o SSH é executado na porta padrão 22; mude para uma alta e aleatória porta e as tentativas de quebra desapareção por mágica. Altere /etc/ssh/sshd_config e modifique a diretiva de escuta para algo como:

Listen 31337

e reinicie o sshd. A única desvantagem disso é a incoveniênica de precisar adicionar esta porta no commando ssh cada vez que você se autentica, mas você pode usar um apelido para lidar com isso:

alias myssh ssh -p 31337

SSH sem senha

27 janeiro, 2010 (13:53) | Linux | By: rafael

Usar SSH para conectar a um computador remoto é conveniente, mas há algumas desvantagens. Uma delas é que você precisa digitar a senha a cada vez que você conecta, o que é incômodo num terminal interativo mas inaceitável em um script, pois você precisa que a senha esteja no script. O outro é que uma senha pode ser quebrada. Uma senha longa, aleatório e complexa ajuda, mas torna as autenticações interativas ainda mais incovenientes. É mais seguro ativar o SSH para funcionar sem senhas de uma vez. Primeiro, você precisa ativar um par de chaves para o SSH usando ssh-keygen como este para gerar chaves RSA (mude o argumento para dsa em chaves DSA).

ssh-keygen -t rsa

Serão criados dois arquivos em ~/.ssh, id_rsa (ou id_dsa) com sua chave privada e id_rsa.pub com a sua chave pública. Copie a chave pública para o computador remoto e adicione-a na lista de chaves autorizadas com

cat id_rsa.pub >>~/.ssh/authorized_keys

Agora você pode sair da sessão SSH e iniciá-la novamente. Você não será solicitado a entrar com senha, embora se relacionar uma frase-senha para a chave você será solicitado a digitá-la. Repita isso para cada usuário e cada computador remoto. Você pode fazer isto de maneira ainda mais segura ao adicionar

PasswordAuthentication no

a /etc/ssh/sshd_config. O SSH passará a recusar todas as conexões sem uma chave, tornando a quebra de senhas impossível.

Trens no mundo

27 janeiro, 2010 (12:17) | Entretenimento | By: rafael

CRH2 – China

TSHR – Singapura

KTX – Coréia do Sul

Shinkanzen – Japão

AVE – Espanha

Eurostar – Inglaterra

TGV – Francês

METRO – Dubai

METRO - Dubai

SUPERVIA – Brasil (Rio de Janeiro)

SUPERVIA - Brasil (Rio de Janeiro)

Tudo à bordo – Índia

Tudo à bordo - Índia
Tudo à bordo - Índia Tudo à bordo - Índia

Paquistão

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Ops… Atrasado
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Chegou!

Paquistão

Stacy Westfall – Sem cela e sem cabresto

26 janeiro, 2010 (14:13) | Entretenimento | By: rafael

Conserte senhas corrompidas com chroot

26 janeiro, 2010 (13:52) | Linux | By: rafael

Se você é o administrador de sistema responsável por missões críticas em data centers ou se trabalha em casa, Live CDs são maravilhosos para ter em volta para quando você estiver com um problema. Se você gerencia para bagunçar alguma coisa, você pode iniciar de um Knoppix, Ubuntu, GRML ou um dos outros vários Live CDs, montar as partições do disco rígido e editar qualquer dois arquivos que necessitam de recuperação. Contudo, há algumas coisas que não podem ser corrigidas facilmente, porque elas precisam que você esteja no próprio sistema que precisa de correção.

A solução é usar o comando chroot (mudar root), que configura um ambiente de trabalho dentro de um diretório. Perceba que o root do nome se refere ao root do diretório e não ao usuário root (ou superusuário) embora o usuário root seja o único permitido a executar este comando. Chroot cria um sistema ‘enjaulado’ dentro do diretório especificado, um que não tem acesso ao restante do sistema e pensa que o diretório informado é o diretório root. Para corrigir uma senha, por exemplo, você deveria iniciar de um Live CD, montar o root do seu sistema de arquivos /mnt/tmp e fazer isto:

sudo -i
mount --bind /dev /mnt/tmp/dev
mount -t proc none /mnt/tmp/proc
chroot /mnt/bin/bash

A primeira linha é necessário para se tornar root no Ubuntu. As duas próximas tornam o /dev/ e o /proc diretórios disponíveis dentro do chroot, e a última entra no diretório que foi configurado executando um terminal Bash. Agora você pode executar passwd ou qualquer outro comando que precisar e encerrar com logout ou pressionando Ctrl-D para sair.

Gulosos por tráfego de banda

25 janeiro, 2010 (14:41) | Linux | By: rafael

Você já percebeu que sua conexão de internet se tornar bem mais lenta mesmo que você não esteja baixando nada? É pela maneira como algumas conexões de banda larga assimétrica são configuradas, se você saturar a taxa de tráfego para enviar arquivos, baixar arquivos se torna quase impossível.

Isto é por causa da maneira como o tráfego é colocado na fila pelo modem e pelo provedor de internet (ISP). Mesmo a mais lenta e mais baixa operação de tráfego, como usar um shell remotamente ou procurar um endereço DNS, se torna dolorosamente lenta ou expira. Se você está usando alguma coisa como um cliente BitTorrent para enviar arquivos, você pode limitar a taxa de envio, que evitará este problema. Alguns outros probramas, como rsync, tem uma característica similar, mas a maioria não possui. Da mesma maneira, executar dois programas assim continuará a causar problemas caso cada um tenha sido permitido a usar 90% do tráfego de envio.

Uma solução é um útil script chamado Winder Shaper. Ele utiliza o comando tc (traffic control) para limitar o uso completo do tráfego de banda para levemente abaixo do máximo disponível. Pege-o em http://lartc.org/wondershaper, coloque o script whaper em alguma pasta – /usr/local/bin é uma boa escolha – e edite o inicio do script para se adaptar ao seu sistema. Defina DOWNLINK e UPLINK para logo abaixo da sua banda máxima (em kilobits/s) e execute-o. Você agora vai perceber que envio de arquivos pesados, como enviar fotos para o Flickr, não irá mais puxar seu modem para baixo. Quando você estiver contente com as definições, configure-o para ser executado na inicialização com qualquer método que sua distro use.

Encontre arquivos perdidos

22 janeiro, 2010 (15:14) | Linux | By: rafael

Alguma vez você salvou um arquivo, talvez um download, e então não conseguiu encontrá-lo? Talvez você o tenha salvo em um diretório diferente ou com um nome incomum.

O comando find é útil aqui:

find ~ -type f -mtime 0

e mostrará todos os arquivos do seu diretório home que forão modificados ou criados hoje. Por padrão, find conta dias a partir da meia-noite, então o valor 0 siginifica hoje.

Você deve ter usado a opção -name com o find antes, mas ele pode fazer muito mais. Estas opções podem ser combinadas, então, se o elusivo download foi um arquivo MP3, você pode reduzir a pesquisa com:

find ~ -type f -mtime 0 -iname '*.mp3'

As aspas simples são necessárias para para evitar que o shell fique tentando expandir o coringa, e -iname torna a combinação insensível ao caso.

Permissões incorretas podem causar erros obscuros algumas vezes. Você pode, por exemplo, ter criado um arquivo no seu diretório pessoal enquanto trabalhava como root. Para encontrar arquivos e diretórios que não peretencem a você, use:

find ~ ! -user ${USER}

O shell define a variável de ambiente USER para o usuário atual, e um ! muda o resultado para o próximo teste, então este comando encontra qualquer coisa no atual diretório do usuário que não pertencem a este usuário. Você pode até usar o find para corrigir permissões

find ~ ! -user $USER -exec sudo chown ${USER}:"{}" \;

A página man do find explica o uso de -exec e muitas outras possibilidades.

Tropeçando 19

22 janeiro, 2010 (10:15) | CSS, Conhecimento, Cotidiano, Editor, Entretenimento, HTML, Linux, MySQL, Negócios, Segurança, Servidor, Sistema operacional, Spam, Tecnologia, Visual, Windows | By: rafael

TextFlow

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Faça um pacote dos seus programas mais usados para instalar facilmente em uma nova máquina.

Ketarin – keep your setup packages up to date

Instalação de programas a granel. É permitido até mesmo instalação offline.

Marc Fleury, fundador do JBoss, critica a campanha de Monty Widenius para “salvar” o MySQL

Monty Widenius, cuja empresa vendeu o MySQL para a Sun, há algumas semanas vem travando uma longa e ruidosa batalha para tentar convencer entidades regulatórias a de alguma forma impedir que a Oracle adquira o MySQL junto no momento em que se concretize a aquisição da Sun por ela.

Microsoft reconhece bug do Windows que existe há 17 anos | Gizmodo Brasil

sso que é procrastinação! Ou melhor, ignorância sobre uma falha básica do próprio sistema operacional por quase duas décadas: um engenheiro do Google descobriu recentemente uma vulnerabilidade no kernel 32-bit do Windows — vulnerabilidade que existe desde 1993.

G1 > Tecnologia – NOTÍCIAS – ‘123456′ é senha mais usada na internet, diz estudo

[Lifehacker] Firefox 3.6 disponível oficialmente: mais velocidade, temas com um clique e mais | Gizmodo Brasil

[Lifehacker] Teste de velocidade de navegadores: os resultados Windows 7 | Gizmodo Brasil

Teste com Chrome, Firefox 3.6 e Firefox 3.5.4