Quero ver rodar a baiana!

Tudo bem. O povo ama ver os outros pagando mico. É o velho ditado: “pimenta nos olhos dos outros é refresco”! Não serei hipócrita de dizer que estou sendo diferente. Quero ver é rodar a baiana! Ainda estou em contrução do blog, mas não perderei essa oportunidade de participar da promoção que o Roberto Machado, da DoceShop, está divulgando. E, pensando bem, um iPod até que não iria mal…

Vou detalhar a promoção para facilitar o entendimento e depois deixar você com vontade de participar também. Não dói nada.

Este concurso é para apresentar o mascote da DoceShop. É uma brasileiríssima abelha Jatahy, responsável pela produção de um refinado e raro mel. Apesar dela já ter nove anos, ainda não foi batizada formalmente e resolvemos deixar que você escolha um nome adequado para ela. Mas não pode ser assim um nome qualquer. Então aí vão algumas características para que você se familiarize com nossa amiguinha empreendedora.

  • Ela é responsável pelo nosso Buzz Marketing, ou em bom português, Marketing de Zumbido. Quanto mais longe você fizer ela voar, mais ela cumpre sua missão.
  • É simpática, sorridente e está sempre de bom humor.
  • Está um pouco acima do peso. Isso lhe confere um peculiar estilo de voar.
  • Já foi operária e hoje comercializa seu próprio mel.
  • Apesar de ser ‘A’ abelha, ela é macho! (lembra da Joaninha da Vida de inseto?)

Prêmio
O prêmio é progressivo, quanto mais gente participar melhor será. Preparamos uma tabela para você acompanhar.

Trackbacks de blogs diferentes:
Menos de 50 (cinqüenta) – 1(um) Tapa na Cara (pirulito)
50 (cinqüenta ou mais) – 1(um) MP3 Player
100 (cem ou mais) – 1(um) MP4 Player
200 (duzentos ou mais) – 1(um) iPod
1000 (um mil ou mais) – Além do iPod, o dono da DoceShop vai se vestir, rodar a baiana na avenida mais movimentada de Ribeirão Preto e filmar tudo.

As três etapas do concurso
Primeira etapa: você deverá enviar imediatamente o nome de batismo para este post via trackback. Atenção, este concurso é para blogueiros e só valerão trackbacks. Nomes nos comentários e comportamento inadequado serão descartados. Cada blog poderá enviar apenas 1(um) nome.
Segunda etapa: Dia 01/02/2007 um júri composto por três agentes da DoceShop escolherá 10 (dez) nomes que serão publicados em um novo post com uma enquete, para blogueiros e leitores de blogs votarem. Caso ocorram nomes repetidos, valerão os primeiros que forem enviados. Os 10 (dez) blogs selecionados receberão brindes da DoceShop.
Terceira etapa: Quanto mais votos o nome que você enviou tiver, mais chances você terá de ganhar. Então, mãos a obra! Peça a colaboração dos amigos e leitores do seu blog na votação. Afinal, nunca foi tão fácil ganhar um iPod!

Finalização
A votação será encerrada dia 20/02/2007 e serão publicados o nome e o blog do ganhador. Boa sorte.

Ah, quer saber o que é trackback?

>> Adendo < <
Alguns blogueiros não podem enviar trackback. Se este for seu caso, escreva um post sugerindo o nome do mascote e comente aqui avisando (com link) para comprovar. Isso pode ser considerado como um ‘trackback manual’.

E não posso esquecer da minha contribuição à promoção. Bom, minha sugestão é DOCEMEL. Não precisa do sobrenome, né?

Ih, já se foi o meu restante do dia de trabalho. Cheguei de uma partidinha de futebol (cheio de cãibras) depois do primeiro dia de academia (tá bom, só fiz esteira). Só podia. Precisei tomar vergonha, pois, utilizando as palavras do avaliador, há uma grande quantidade de tecido adiposo instalada. Como isso prejudica a saúde, não medi esforço para dar uma arroxeada nas contas.

A saúde é uma parte muito importante da vida. Não adianta trabalharmos e juntarmos bens se quando for o tempo de aproveitarmos o que juntamos perdemos grande parte do tempo em hospitais por falta de saúde. Se você não está se exercitando, comece a fazê-lo. A diferença da qualidade de vida e produtividade ganhas são inigualáveis.

Mas não esqueça de contribuir para vermos o Roberto rodando a baiana!

Consultas case-insensitive e accent-insensitive no MySQL

Uma necessidade comum com dados em língua portuguesa são as buscas no bancos de dados insensível a caso e insensível a acentos.

No MySQL, até a versão 4.0, as consultas eram por padrão insensível ao caso (case-insensitive) e insensível ao acento (accent-insensitive). Isso mudou, porém, a partir da versão 4.1, que introduziu um suporte melhorado a comparações (collations) e definições de caracteres (charsets). Alguns desenvolvedores devem ter ficado surpresos com suas buscas que antes ignoravam acentos e maiúsculas e agora já exigiam que se colocasse.

A partir dessa versão, a sintaxe para uma consulta que ignora acentos e o caso seria a seguinte:

SELECT *
FROM `tab_municipios`
WHERE `NomeMunic` = _utf8 'SAO PAULO' COLLATE utf8_unicode_ci

Adaptado de Consultas case-insensitive no PostgreSQL e no MySQL

Como Vender Mais e Melhor

O Mundo Moderno Exige Profissionais Cada Vez Mais Capazes

Estive na palestra do Professor Marins no SENAI Mariz e Barros, em 14 de dezembro de 2006. Ouvi informações valiosas e relatarei a seguir os pontos que se destacaram para mim. Infelizmente, cheguei com a apresentação já iniciada e não poderei trazer tudo o que foi dito.

Quando cheguei, o professor estava encerrando o maravilhoso tópico “consistência”, que é a segurança que você dá ao cliente com a consistência do seu produto/serviço.

Alguns pontos mencionados são bem conhecidos, mas retomo-os (e acredito que o professor também o fez por isso) principalmente porque em grande parte os esquecemos ou não os aplicamos. Tomo a liberdade de usar o bordão do Marins: “Pense nisso!”

Assim como a mente, nossa empresa necessita de exercícios, de mudanças de padrões, de desafios e de novos conhecimentos para se exercitar. A acomodação gera fracasso, o costume com a paisagem nos deixa atrasados e sem informações sobre nosso meio. Questione-se e tenha equilíbrio com o ativismo (desperdício de energia).

O sucesso de hoje não garante o sucesso de amanhã. É mais fácil chegar no topo do que manter-se nele. Ao alcançar o sucesso, cuide para que a inércia ou sua “arrogância” (ou seu desdém pela concorrência) não minem seu sucesso, pois, se você é o melhor naquilo que faz, com certeza poderia ser ainda melhor.

Uma empresa não é ONG nem fundação. Empresa é para ganhar dinheiro. O que faz o sucesso de uma empresa é sua capacidade de geração de caixa, e não o domínio do mercado em vendas, pois “vender” é teoricamente fácil, já que basta que se baixem os valores para que filas de compradores sejam feitas. No entanto, logo em seguida a empresa quebra. É muito mais importante que sua empresa gere dinheiro do que seja campeã em vendas. Isso é apenas um efeito ilusório de sucesso. Sucesso mesmo é caixa positivo.

Há uma evolução do foco e objetivo das empresas observável ao longo da história:

  1. Vendas – as empresas que se focaram em vendas acabaram amargando o triste fim ao descobrir que elas pura e simplesmente não mantém a empresa. Essas empresas descobriram que a venda, teoricamente fácil de se fazer, não significa ter caixa (dinheiro)
  2. Lucro – as empresas descobriram em sua experiência que o lucro é uma ficção contábil. As empresas obtinham lucros maravilhosos, mas eram apenas manobras e balancetes contábeis que sustentavam isso. No final, não tinham receita nem para pagar os impostos gerados pelos lucros divulgados. [Nota: lembrei da Enron e da WorldCom]
  3. Caixa – as empresas começaram a enxergar que o que compra no mercado é caixa. Caixa paga funcionários, contas, fornecedores, investimentos etc. Algumas empresas trabalhavam de forma um pouco errada com esse caixa, colocando-o em estoque (às vezes gigantes) e pagamentos inadimplentes ou a prazo. O caixa na empresa é o que move a vida dela. É como o sangue no corpo humano.
  4. Empresas que têm caixa e que compram as empresas que faliram por focar nas vendas – só empresas com caixa podem comprar algo

Algumas coisas mudaram na relação de poder. O poder passou das mãos das empresas para a mão dos clientes, pois há concorrentes, qualidade e preço. Quando há concorrentes em demasia, com qualidade semelhante e preços equiparados, a EMPRESA tem de fazer a diferença. O diferencial estará, cada dia mais, na prestação de serviços. A sua empresa é que fará o cliente preferir você ao concorrente.

“Vender”, atualmente, deve ser saber administrar, de modo eficaz, as contingências de compra. É trabalhar a oportunidade para que a compra seja feita. No novo marketing de hoje: o cliente não sabe o que quer; o cliente não tem obrigação de saber o que quer; o cliente não quer mais saber o que ele quer. Então, não podemos perguntar ao cliente o que ele deseja!

Continue perguntando ao seu cliente o que ele quer, e ele será roubado de você quando algum concorrente o surpreender, pois marketing é a capacidade de enxergar as tendências do mercado, identificar e produzir, rapidamente, o que o cliente quer… (e o cliente não sabe o que quer; o cliente não tem obrigação de saber o que quer; o cliente não quer mais saber o que ele quer).

O objetivo de qualquer empresa é transformar o cliente num vendedor ativo. Não há melhor propaganda existente do que um cliente. E a grande dificuldade que encontramos é que o cliente só vende o que ele não espera. O cliente só vende o que o surpreende, quando ele diz: “Eu nunca imaginei que isso pudesse existir e é exatamente isso que eu quero”. E perguntando ao cliente o que ele quer, nunca poderemos surpreendê-lo. A empresa é a responsável por saber o que o cliente quer!

O cliente é aquele que compra ou já comprou de você. O que não comprou é um passante, um aspirante a cliente. Valorize seu cliente para fidelizá-lo e não abuse do seu velho e bom cliente. Se há alguma promoção, bonificação, prêmio etc, passe-os, primeiramente, para seu bom cliente. Não permita que você ganhe clientes por uma mão e perca por outra. Principalmente seu bom cliente!

Hoje está enraizada a cultura de que cliente que briga, que põe na justiça, que demora a pagar, que tumultua é o que ganha desconto e o que paga sem discutir, que paga em dia, que não reclama, que paga mais caro sempre. E é taxado de palhaço. Quão erradamente temos educado nossos clientes. Nós o estamos ensinando a ser mau cliente. Respeite seu cliente. Ele pode até estar com nariz de palhaço, mas ele não o é.

Temos aprendido a repetir o mesmo: “O meu cliente só quer preço!” E isso não é verdade absoluta. O preço só é relevante quando é o único parâmetro de diferença entre os concorrentes. Entre empresas com qualidade semelhante, valores semelhantes passados ao cliente e com preços diferentes, o cliente escolherá a de menor preço. A empresa não está fazendo diferença.

Em todas as pesquisas no mercado, o fator que determinam o que os clientes consideram mais importante numa empresa, para mais de 80% dos votantes, sempre é a qualidade do serviço prestado, ou seja, atender bem o cliente e cumprir o que promete.
(http://www.anthropos.com.br/index.php?option=com_poll&task=results&id=14)

O desafio a ser lançado a nós é: Como posso fazer com que meus clientes ganhem tempo com a minha empresa?

A marca é um fator importante, pois a marca é quanto seu produto consegue sustentar em preço. Marca representa “medo”, o medo do cliente de levar um produto concorrente e não se satisfazer ou não ter a qualidade esperada por não possuir uma marca que ele conhece. A marca é produzida pela consistência. Qual é o medo do cliente com relação à minha marca? O que podemos fazer para tirar do cliente o medo da minha marca?

O século 21 será o século do entretenimento. Isso quer dizer que o cliente tem de “sentir” prazer em relacionar-se com nossa empresa, e para lhe proporcionar precisamos de execução. Execução significa garantir que as pessoas certas estejam nos lugares certos para que as ações sejam concretizadas. As empresas de enorme sucesso são aquelas cujos executivos são voltados para execução. Temos de executar o que é planejado, orçado e acordado para que o cliente sinta nossa empresa fazendo a diferença para ele, dando a ele valores que o motivem a se relacionar com nossa empresa, não precisando equipará-las às outras pelo quesito preço.

(Rafael Araújo, Rio de Janeiro.)

O que a internet tem feito

A cada dia a internet influencia mais nas qualificações das empresas. Sem dúvida, isso é um avanço, pois a informatização dos dados também trouxe credibilidade e unficação dos dados, conferindo as empresas uma oportunidade de dar ainda mais segurança aos seus clientes, oferecendo, além do serviço prestado, uma garantia do serviço ou produto comercializado. Não é à toa que empresas como IBM, Volkswagen, Adidas, Reuters e outras estão investindo também num jogo via internet que tem por objetivo uma “segunda vida”, mas essa virtual, porém com ganhos e gastos reais. A internet tem mudado nossa forma de encarar, viver e trabalhar no mundo atual. As empresas com faturamento acima de R$ 1,2 milhão já precisam ter uma certificação digital para facilitar burocracias e informações fiscais para o governo, além de contemplar os serviços que cada vez mais podem ser obtidos online.A fusão das duas maiores empresas de comércio eletrônico do país também refletem o crescimento e a tendência de ainda maior aquecimento na área.

A internet se estabeleceu e mudou totalmente a nossa forma de encarar o dia-a-dia. Criou empregos, criou empresas, mudou estratégias de marketing, mudou estratégias de vendas, mudou conceitos, mudous as formas de comunicação, nos deu novas formas de ganhos e enriquecimento, oportunidades etc. Aproveite-a e a faça grande propulsora do seu sucesso, essa revolução mudou muita coisa e a internet tem dado dinheiro!

Livro da Cartilha de Seguranca para Internet

A Cartilha de Segurança para Internet é um documento com recomendações e dicas sobre como o usuário de Internet pode aumentar a sua segurança e se proteger de possíveis ameaças.Publicada esta semana, a versão 3.1 da Cartilha de Segurança para Internet passou a ser editada também como livro, disponível gratuitamente em http://cartilha.cert.br/livro/. Esta versão também incluiu correções de erros de digitação, atualização de URLs de referência e de exemplos nas seções sobre senhas e sobre adware.

Este documento foi produzido pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil – CERT.br, com o apoio do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br.