Extremamente útil, ainda mais quando há possibilidade de criação de banco de dados de forma automatizada (servidores de hospedagem, por exemplo).
Autor: rafael
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Muito útil!
SELECT i, clock_timestamp() t1, random() r1, random() r2, random() r3, clock_timestamp() + (round(random()*1000)::text || ' days')::interval d1
from generate_series(1,1000) i(i);
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Tráfego mensal
Tráfego mensal é a quantidade de bytes enviados e recebidos no período de 30 dias em sua área de hospedagem.
Cada plano contratado tem um limite de tráfego mensal.
O Tráfego mensal mede:
- Arquivos, páginas, imagens, vídeos, músicas etc enviados e recebidos via FTP
- Arquivos, páginas, imagens, vídeos, músicas etc enviados e recebidos pelo navegador
- Arquivos dos e-mails recebidos em e-mails do domínio que ainda estejam no servidor
O Tráfego mensal em seu site não mede apenas a sua utilização de transferência de bytes, mas também a de terceiros. É importante observarmos que o tráfego principal ainda é resultante da visitação ao site.
Exemplo:
Levemos em conta um sítio com 1000 visitas mensais, um bom número médio de visitas.
- Tamanho médio de uma página: 6 a 10KB
- Média de visualizações de páginas pelos visitantes: 100KB (10 páginas considerando 10KB cada)
- Envio de arquivos por FTP no mês pelo cliente: 10.000 KB (10MB)
Total do tráfego no mês:
1.000 Visitas x 100 kb = 100.000KB (100MB)
10.000 kb de FTP = 10MB
Total de 110MB de tráfego utilizado no mês
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Redirecionando as massas
Ainda que você seja um iniciante no Linux, provavelmente você já usouo alguma forma de redirecionamento pela linha de comando. Redirecionamentos usam > e < para passar dados entre comandos que você está executando. É mais usando para redirecionar uma saída de um comando para um arquivo. Por exemplo, se você digita dmesg >local.log o conteúdo do buffer do kernel(a saída do comando dmesg) será redirecionado para o arquivo local.log ao invés de aparecer na tela. Se você usar dois > a saída do comando dmesg será concatenada no final do arquivo ao invés de sobrescrevê-lo. Usa-se o < como argumento de entrada ao invés de destinação - mais comumente usando com grep. Ao digitar grep -i USB < local.log buscará por 'USB' no arquivo local.log por exemplo.
Redirecionamentos funcionam porque muitas aplicações Linux, grandes ou pequenas, têm três 'descrições de arquivo' possíveis para trabalhar com entrada e saída. São as entradas padrão, a saída padrão e o erro padrão. Normalmente você não percebe, pois os dispositivos usados para entrada e saída padrão são o teclado e o tela. Nos exemplos anteriores, estamos endereçando o descritor de saída e entrada usando < e >. Mas como você endereça o descritor de arquivo do erro padrão? Isto é feito com o número '2' antes de > - o 2 vem da prioridade dada para cada descritor de arquivo. Naturalmente, 0 é a entrada padrão, 1 é a saída padrão e 2 é a saída padrão de erro. É muito útil porque permite que você filtre condições de erro geradas por um comando, enquanto a saída continua sendo enviada para um arquivo de log.
Um exemplo útil. Os erros de permissão que resultam do comando find quando este não tem privilégios de acesso são enviadaos para o buraco negro do disposivito null enquanto os resultados de sucesso são enviados para a tela:
find / -name *.jpg 2>/dev/null
Mais em Truques de linha de comando.
O grande escape SSH
Um aspecto do SSH que facilitam muito as coisas quando você abre uma conexão, inicia uma série de jobs e percebe que precisa de encaminhar uma porta através da sesão atual. A resposta é usar uma seqncia de escape enquanto conecta ao SSH para trocar certas configurações sem necessidade de reconexão.
Uma seqüência de escape é justamente uma série de caracteres que instrui a utilidade do que você está usando (neste caso o SSH) para escapar do que está fazendo e executar uma tarefa de utilidade específica. O que é preciso é de uma seqüência de escape enquanto usa o shell. A seqüência de escape mais útil para SSH é executada quando você digita o til (~), seguido do C maiúsculo. Você não verá nada na sessão até que você complete a seqüência de escape até que o ponteiro do terminal será modificado para 'ssh>'. Isto significado que você foi enviado para a linha de comando SSH. Daqui você pode se conectar a uma porta na máqina remota por uma porta da máquina local e criar um túnel entre os dois através da conexão segura SSH.
Você pode usar esta técnica para criar um túnel para os dados de um servidor proxy Squid através do SSH para uma porta local na sua máquina remota usando o argumento -L, então digitando -L8089:localhost:3128 criariao túnel Squid da porta 8090 sem precisar reiniciar a sessão SSH. Você também pode encaminhar portas usando a seqüência ~# e cancelar portas encaminhadas digitando -Krhostport. Para cancelar o túnel Squid que acabamos de criar, digite -KR3128.
Mais em Truques de linha de comando.
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