Tropeçando 35

Blog do Márcio d’Ávila » IBM e Oracle colaboram no OpenJDK

Responsabilidade de um dev client-side | Boas práticas de Desenvolvimento com Padrões Web

Descadastramento de listas de e-mail: you’re doing it wrong » CrisDias weblog

É a Abril fazendo tudo errado. E enchendo a caixa de correio, nos deixando extremamente irritados.

Tá difícil… se descadastrar da Abril « Tá difícil…

[Dicas-L] Clonando particoes NTFS

The Social Network: E se… « Meio Bit

A história do Facebook contada pelo cinema e por vários diretores (Wes Anderson, Quentin Tarantino, Guillermo Del Toro etc)

Navegabilidade em Dispositivos Móveis | Boas práticas de Desenvolvimento com Padrões Web

Livre Acesso por Falcon_Dark: Em servidores e celulares apenas

O Linux e os usuários de desktops

Tropeçando 33

Resumindo o Dia dos Professores

Educação é a bala de prata. Educação é tudo. Não precisamos de pequenas mudanças, precisamos de mudanças gigantescas, mudanças monumentais. Escolas deveriam ser palácios. A competição pelos melhores professores deveria ser selvagem; eles deveriam ganhar salários de 6 dígitos. Escolas deveriam ser incrivelmente caras para o Governo e absolutamente gratuitas para os cidadãos, como a Defesa Nacional. – Rob Lowe, em The West Wing

Content isn’t king » CrisDias weblog

Content isn’t king. If I sent you to a desert island and gave you the choice of taking your friends or your movies, you’d choose your friends — if you chose the movies, we’d call you a sociopath. Conversation is king. Content is just something to talk about.

Feira da Carreira Pública: o RJ que deu errado » CrisDias weblog

Non-Operating System

Nerd versus suporte telefônico » CrisDias weblog

Raquel Oliveira: Hotéis Formule 1

GNOME: The Free Software Desktop Project

Vídeo-Aula: Comparando Joins – Mauro Pichiliani – SQL Server

André Gondim » Ubuntu 4.10 Warty Warthog, faz 6 anos

SSH reverso

O SSH é uma das ferramentas mais versáteis para Linux, mas a maioria das pessoas o utiliza apenas de uma maneira – usando o servidor para enviar dados para o cliente. O que provavelmente você não sabe é que também é possível trocar a lógica usual SSH e usar o cliente para enviar dados ao servidor. Pode parecer contratintuitivo, mas este acesso pode evitar que você tenha que reconfigurar roteadores e firewalls, e é também muito cômodo para acessar a rede corporativa de casa sem VPN.

É necessário instalar o servidor OpenSSH na sua estação de trabalho e a partir de então você deve digitar o que está a seguir para contruir um túnel para a porta SSH na sua máquina de casa.

ssh -R 1234:localhost:22 home_machine

Substitua home_machine pelo endereço IP da sua máquina de casa. Usamos a porta número 1234 na máquina de casa para a sessão de SSH encaminhada e esta porta precisa estar disponível para ser usada e desbloqueada pelo firewall local. Uma vez que você tenha configurado a conexão no trabalho, já pode digitar o seguinte para acessar as máquinas do trabalho de casa:

ssh workusername@localhost -p 1234

Todas as sessão da sua máquina do trabalho serão abertas e você poderá trabalhar como se estivesse no escritório. Não é difícil de modificar o mesmo processo para acessar arquivos do servidor ou até mesmo áreas de trabalho remotas usando VNC. O único problema que você pode encontrar é a expiração do tempo da primeira sessão SSH. Para resolver isso, abra /etc/ssh/sshd.conf na sua máquina do trabalho e tenha certeza de que contém ‘KeepAlive yes’ e ‘ServerAliveInterval 60’, pois com isso a conexão não cairá automaticamente.

Tropeçando 26

Download – Ubuntu Pocket Guide and Reference

Blog do Márcio d’Ávila » Consulta × pesquisa: características, técnicas e ferramentas

[Dicas-L] Nokia E63 – Convertendo vídeo para tocar no seu aparelho

Validação de formulários HTML com JavaScript

ÁLBUM DA COPA ATUALIZADO | Caixa PreTTa – Já leu um blog hoje?

Tropeçando 24

Brasileiros aderem ao DDA :: Blog do PagSeguro

GCC 4.5.0

“Design Centrado no Usuário” ou “Design Centrado no Designer”? ≈ Revolução Etc

Curso gratuito de desenvolvimento para web – WaSP Interact ≈ Revolução Etc

The Linux Mint Blog » Blog Archive » Mint 9: An overview of the new features

Blog do Márcio d’Ávila » Maioria das empresas ainda não sabe lidar com aumento de dados

Sua Língua » Arquivo » tuitar

Linux: Alterado o MTU no modem D-LINK dsl-500B [Dica]

fechaTag – Desafio de programação: resolvendo Lights Off

Blog do Márcio d’Ávila » Aplicações Internet Ricas e Acessíveis

Detectando o iPad com PHP e Javascript « Igor Escobar // Blog

Tropeçando 22

Increase your internet speed with Namebench | Ubuntu Geek

Guia de referência de comando em PT-BR | Ubuntu Dicas

Uma lista com os comandos mais usados no linux em português brasileiro. É possível salvar os comandos em algum imagem para que fique como um papel de parede.

Blog do Márcio d’Ávila » Fraude Surpreendo – Proteja seus dados pessoais

São Paulo dos Contrastes | Olhar Sobre o Mundo

RootSudo – Ubuntu Brasil

Associações de provedores se mobilizam para bloquear porta 25 – Internet – IDG Now!

Ripando e Gerando DVDs no Linux de forma simples « jmmwrite – simples e direto

Crie pacotes

Baixar o código-fonte de uma aplicação e compilar você mesmo. Esta é uma tarefa clara para 90% dos programas que existem por aí, mas pode causar problemas com dependências. Enquanto os vários gerenciadores de pacotes possuem seus meios de trabalhar com as dependências, aqui vai outra.

Quando construir a partir do fonte usando o próprio método padrão de ./configure && make && make install, instale CheckInstall primeiro. Você pode pegá-lo em www.asic-linux.com.mx/~izto/checkinstall caso não esteja nos repositórios da sua distribuição. Execute-o ao invés de make install que, no lugar de instalar os novos arquivos diretamente no seu sistema de arquivos, irá primeiro montar um pacote e então instalá-lo. CheckInstall funciona com pacotes Deb, RPM e Slackware. Você pode especificar o tipo no arquivo de configuração ou esperar que ele pergunte quando executado

./configure && make && checkinstall

Além do tipo de pacote, CheckInstall irá perguntar por outros detalhes. A maioria é opcional ou pode ser deixada no valor padrão, mas tenha certeza de que o nome é igual ao da versão anterior que você está substituindo, ou então o seu gerenciador de pacotes ficará confuso. Instalar com CheckInstall também permite a remoção simples do pacote, pois não há necessidade de manter o diretório fonte por perto e alguns programas nem possuem a opção make uninstall.

Gulosos por tráfego de banda

Você já percebeu que sua conexão de internet se tornar bem mais lenta mesmo que você não esteja baixando nada? É pela maneira como algumas conexões de banda larga assimétrica são configuradas, se você saturar a taxa de tráfego para enviar arquivos, baixar arquivos se torna quase impossível.

Isto é por causa da maneira como o tráfego é colocado na fila pelo modem e pelo provedor de internet (ISP). Mesmo a mais lenta e mais baixa operação de tráfego, como usar um shell remotamente ou procurar um endereço DNS, se torna dolorosamente lenta ou expira. Se você está usando alguma coisa como um cliente BitTorrent para enviar arquivos, você pode limitar a taxa de envio, que evitará este problema. Alguns outros probramas, como rsync, tem uma característica similar, mas a maioria não possui. Da mesma maneira, executar dois programas assim continuará a causar problemas caso cada um tenha sido permitido a usar 90% do tráfego de envio.

Uma solução é um útil script chamado Winder Shaper. Ele utiliza o comando tc (traffic control) para limitar o uso completo do tráfego de banda para levemente abaixo do máximo disponível. Pege-o em http://lartc.org/wondershaper, coloque o script whaper em alguma pasta – /usr/local/bin é uma boa escolha – e edite o inicio do script para se adaptar ao seu sistema. Defina DOWNLINK e UPLINK para logo abaixo da sua banda máxima (em kilobits/s) e execute-o. Você agora vai perceber que envio de arquivos pesados, como enviar fotos para o Flickr, não irá mais puxar seu modem para baixo. Quando você estiver contente com as definições, configure-o para ser executado na inicialização com qualquer método que sua distro use.

A maneira fácil de compartilhar arquivos

O compartilhamento de arquivos com Samba ou NFS é fácil desde que você tenha tudo previamente configurando em ambos os computadores, mas e se você quer apenas transferir um arquivo para outro computador na rede sem o trabalho de configurar programas? Se o arquivos é pequeno, você pode enviá-lo por e-mail. Se os computadores estão na mesma sala e o uso do compartimento USB é permitido nos computadores, você pode usar a porta USB, mas há também outra opção.

Woof é um script Python que pode ser executado em qualquer computador com Linux (ou similar). O nome é um acrônimo para Web Offer One File (A Teia Oferece Um Arquivo), que o define muito bem, como se o fosse um servidor web a um clique. Não há nada a instalar; apenas baixe o script de www.home.unix-ag.org/simon/woof.html e o defina como executável, então compartilhe o arquivo digitando:

./woof /pasta/do/meuarquivo

Isto irá responder com uma URL que pode ser digitada em um navegador em outro computador na rede – nenhum programa além do navegador é necessário. Woof irá disponibilizar o arquivo para aquele computador e então retirá-lo (você pode usar a opção -c para deixá-lo disponível por mais de uma vez). Woof disponibiliza também um diretório, como:

./woof -z /um/diretorio

O diretório será compactado com gzip tarball e enviado, e você pode substituir -z por -j ou -u para ter um arquivo bzip ou tarball descompactado. Se outros gostarem do Woof e quiserem usá-lo, você pode até mesmo dar-lhes uma cópia com:

./woof -s